Morar em condomínio tornou-se uma tendência em grandes cidades. Aliando segurança com áreas de lazer e comodidade, os condomínios são uma excelente alternativa para quem busca um bom lugar para viver.
Mas, sempre é bom lembrar, um condomínio é composto por um grupo de pessoas, que precisam se respeitar — e respeitar as regras do condomínio — para viverem com tranquilidade e harmonia.
Se você já vive ou está pensando em se mudar para um condomínio, vale a pena dar uma olhada no material que fomos pegar lá com o pessoal do blog Protest, que conversou com a especialista no assunto Angélica Arbex, que trouxe dicas que sem dúvida tornarão sua convivência com os demais condôminos muito mais fácil!
1. Informe-se sobre o regulamento do condomínio
Os novos moradores devem receber informações sobre as normas provisórias, regras de convívio, horários de mudança e normas de utilização dos espaços. Também são informados a quem deverão dirigir as dúvidas relativas a “vícios construtivos”, diz Angélica.
2. Conheça as principais regras gerais
Elas geralmente tratam sobre segurança, barulho, funcionamento do salão de festas, regras para o uso das áreas de lazer e convivência, dinâmica das vagas em garagem, normatização da presença de cães e outros animais de estimação nos apartamentos etc.
3. Participe das assembleias
Há regras que devem ser observadas e os moradores precisam se adaptar à convivência com os vizinhos e funcionários. “É importante que haja harmonia entre todos e o papel do síndico é fundamental nesse sentido. Os moradores devem estar mobilizados para conviver pacificamente, zelando pela boa conservação das áreas comuns, patrimônio de todos”, ressalta Angélica.
4. Acompanhe e opine nas decisões das reuniões de condomínio
O orçamento do condomínio é definido na assembleia ordinária, que normalmente é anual. A partir da aprovação da maioria dos condôminos, a cota condominial é definida. Ao longo do ano pode haver reajustes, principalmente se houver altas nas tarifas de água e energia.

5. Entenda as taxas divididas entre os moradores
Além da unidade privativa (apartamento ou casa), o terreno, a edificação e os equipamentos do condomínio são de propriedade comum. Por isso, as despesas serão rateadas pelos condôminos pela fração ideal (parte indivisível das áreas comuns e de terreno correspondente à unidade autônoma de cada condômino). “Os moradores de condomínios rateiam as despesas da folha de funcionários, que representam cerca de 50% do total, além de água, energia elétrica das áreas comuns, gás, manutenção e conservação de elevadores, portões, bombas e outros equipamentos e de despesas administrativas, que costumam responder por menos de 5% do total”, explica Angélica.
6. Saiba diferenciar despesas ordinárias e extraordinárias
As primeiras se referem ao funcionamento do dia a dia do prédio. Já os gastos extraordinários são as obras de acréscimo ou reforma no condomínio, que precisam ser votadas e aprovadas em assembleia.
7. Prepare-se para um aumento de gastos no final do ano
De acordo com Angélica, em outubro, geralmente acontece o dissídio dos funcionários de condomínios. O melhor é planejar para que esse valor seja diluído ao longo das 12 cotas do ano.
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