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By: admin ligado: março 06, 2020 In: Dicas, Saúde e bem-estar Comments: 0

Neste domingo, dia 8 de Março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Para celebrar, reunimos algumas dicas de saúde — vindas diretamente do Ministério da Saúde — para ajudar nossas leitoras a terem uma vida muito mais saudável, plena e produtiva!

Se você é mulher, tome nota das nossas dicas e faça o possível para aplicá-las no seu dia a dia. Se você não é mulher, faça a gentileza de compartilhar estas dicas com todas as mulheres que forem importantes na sua vida!
Não estamos aqui para trazer dicas básicas para cuidar do cabelo, da pele ou das unhas, mas para falar sobre a saúde feminina de um jeito mais abrangente, que engloba tanto a saúde mental quanto a sexual.


1. Cuidados com a alimentação são essenciais

É sabido que uma alimentação saudável traz diversos benefícios à saúde: uma alimentação rica em fibras, vitaminas e minerais resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol. Então, antes de mais nada, cuide da dieta. Não é só pela balança, mas pelo bom funcionamento de todo o seu organismo.

Diminuir o consumo em excesso de alimentos com gordura saturada (como sorvetes, batatas fritas, congelados e produtos industrializados em geral), por exemplo, pode diminuir os riscos de câncer de mama. Já a linhaça pode ser utilizada como alternativa à terapia de reposição hormonal durante a menopausa. Fale com seu nutricionista e/ou com seu endocrinologista de confiança para saber mais sobre a importância da alimentação para a saúde da mulher.

2. Saúde mental é fundamental

Se tem alguém que pode ser acometido por problemas de ordem mental, são as mulheres. E não é para menos: além de muitas ainda manterem a “dupla jornada” de trabalhar fora e cuidar da casa, situação difíceis (como violência doméstica, física, sexual, psicológica, econômica) podem levar a quadros de depressão, crises de ansiedade e outros males. 

Há diversos fatores psicossociais e ambientais envolvidos nos sintomas dessas doenças, e é difícil sair dessa sem ajuda. Então, o melhor é procurar ajuda especializada. Não há nada de errado em buscar ajuda, errado é não se ajudar.


3. Fique ligada nos seus hormônios

Existem diversos métodos contraceptivos para que adolescentes e mulheres possam escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vão querer ter filhos. Porém, a grande maioria deles traz como “efeito colateral” algum desajuste nos hormônios que regulam o organismo.

Isso pode se traduzir em diversos problemas: insônia, quedas de cabelo, disfunções alimentares, enxaquecas, diminuição da libido, entre outros. Você precisa conhecer seu corpo para ser capaz de identificar estes problemas. E, obviamente, consultar ginecologistas e médicos especializados sempre que necessário.


4. Sexo e prevenção não devem ser tabus

Falamos de métodos contraceptivos aí em cima, mas eles não são (nem devem ser!) um problema exclusivo das mulheres: se um bebê não planejado é colocado no mundo, todos os envolvidos passarão por maus bocado, mas acaba sendo a mãe quem paga o pato maior, por conta da amamentação, abrindo mão de seus sonhos e de sua vida para cumprir o “dever” de ser mãe.

Nem só de injeções, pílulas e DIUs se faz a contracepção: o uso de preservativos feminino ou masculino é fundamental não só para evitar uma gravidez, mas também para prevenção de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), bem como do vírus HIV.


5 Não deixe a violência ser parte da sua vida


A violência contra as mulheres afeta cidadãs de todas as classes sociais, raças, etnias e faixas etárias. Os índices de feminicídio (assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher) ainda são alarmantes no Brasil, e a única forma de acabarmos com isso é não compactuando com violência contra a mulher.


Então, se você conhece alguém que (ou você mesma) está passando por um relacionamento potencialmente abusivo, ou por alguma outra situação que lhe incomoda, converse com pessoas de sua confiança, procure uma Delegacia da Mulher, peça ajuda. O importante é não deixar que o medo vença, e cortar o mau pela raiz.


6. Faça exames preventivos regularmente


Por serem organismos biologicamente diferentes, homens e mulheres devem ter rotinas de exames preventivos diferentes. Exames como o Papanicolau, que visa prevenir o câncer de colo de útero, e a Mamografia, para identificar precocemente quadros de câncer de mama, são essenciais para a mulher estar sempre com a saúde em dia.


Não tem segredo: mulheres acima dos 25 anos que já tiveram atividade sexual precisam fazer o Papanicolau uma vez por ano, até os 59 anos. Já a mamografia é recomendada às mulheres a partir dos 40 anos de idade. Porém, mulheres com histórico familiar deve começar a fazer a mamografia a partir dos 30 anos.

O ideal é tratar disso tudo com o seu médico de confiança. Mas, se aceita uma dica extra, contrate um Seguro Saúde da Alternativa Brasil e viva com muito mais saúde e tranquilidade.

Desde já, um feliz Dia Internacional da Mulher para todas as nossas leitoras! 😉

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